SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As forças de segurança libanesas colocaram blocos de concreto nas ruas e lançaram jatos d'água e bombas de gás lacrimogêneo para tentar impedir as ações de centenas de manifestantes que protestam perto do Parlamento. Não conseguiram.
O Legislativo do país decide nesta terça-feira (11) se dá ou não um voto de confiança ao novo governo do premiê Hassan Diab, que pretende adotar medidas duras para tentar resolver a grave crise econômica do país. O Líbano enfrenta restrições de saques nos bancos e demissões em massa.
Os ativistas tentaram impedir os parlamentares de chegar ao Congresso. Forças de segurança bloquearam as ruas em vários pontos da capital.
Homens e mulheres, com o rosto coberto por cachecóis, lançaram pedras contra os agentes de segurança em vários pontos de Berlim, e foram recebidos com bombas de gás lacrimogêneo.
Os manifestantes lançaram também ovos e tinta contra os carros dos deputados e ministros. Para escapar, alguns congressistas foram levados na garupa de motos.
No Twitter, o Exército disse que "atos de vandalismo e ataques a propriedades públicas e privadas minam as reivindicações, impedem a concretização das demandas e não refletem a liberdade de expressão".
Um dos países mais endividados do mundo, o Líbano enfrenta uma crise severa, fruto de décadas de gastos públicos elevados e corrupção. A dívida externa está próxima de US$ 90 bilhões, o que representa mais de 150% do PIB.
Os problemas geraram uma revolta popular contra a elite do país. A mobilização nas ruas ganhou força em outubro, quando o governo tentou criar um imposto sobre chamadas de voz via aplicativos, mas desistiu após os protestos. Dias depois, o premiê Saad Hariri renunciou. O levante ficou conhecido como "Revolução do WhatsApp".
O governo do primeiro-ministro Hassan Diab, formado em 21 de janeiro, propõe uma agenda de reformas para aumentar a arrecadação, o que gera protestos.
O país debate também se irá pedir ajuda ao FMI (Fundo Monetário Internacional). No entanto, há temores de que o Líbano não teria como cumprir as exigências feitas pela entidade. Uma possibilidade é pedir inicialmente apenas ajuda técnica, para ajudar a decidir como pagar as dívidas que vencem nas próximas semanas.
O Legislativo do país decide nesta terça-feira (11) se dá ou não um voto de confiança ao novo governo do premiê Hassan Diab, que pretende adotar medidas duras para tentar resolver a grave crise econômica do país. O Líbano enfrenta restrições de saques nos bancos e demissões em massa.
Os ativistas tentaram impedir os parlamentares de chegar ao Congresso. Forças de segurança bloquearam as ruas em vários pontos da capital.
Homens e mulheres, com o rosto coberto por cachecóis, lançaram pedras contra os agentes de segurança em vários pontos de Berlim, e foram recebidos com bombas de gás lacrimogêneo.
Os manifestantes lançaram também ovos e tinta contra os carros dos deputados e ministros. Para escapar, alguns congressistas foram levados na garupa de motos.
No Twitter, o Exército disse que "atos de vandalismo e ataques a propriedades públicas e privadas minam as reivindicações, impedem a concretização das demandas e não refletem a liberdade de expressão".
Um dos países mais endividados do mundo, o Líbano enfrenta uma crise severa, fruto de décadas de gastos públicos elevados e corrupção. A dívida externa está próxima de US$ 90 bilhões, o que representa mais de 150% do PIB.
Os problemas geraram uma revolta popular contra a elite do país. A mobilização nas ruas ganhou força em outubro, quando o governo tentou criar um imposto sobre chamadas de voz via aplicativos, mas desistiu após os protestos. Dias depois, o premiê Saad Hariri renunciou. O levante ficou conhecido como "Revolução do WhatsApp".
O governo do primeiro-ministro Hassan Diab, formado em 21 de janeiro, propõe uma agenda de reformas para aumentar a arrecadação, o que gera protestos.
O país debate também se irá pedir ajuda ao FMI (Fundo Monetário Internacional). No entanto, há temores de que o Líbano não teria como cumprir as exigências feitas pela entidade. Uma possibilidade é pedir inicialmente apenas ajuda técnica, para ajudar a decidir como pagar as dívidas que vencem nas próximas semanas.
