Putin afirmou que não pretende atacar usinas nucleares e concordou com a princípio de um "diálogo" entre AIEA, Ucrânia e Rússia sobre esta questão, segundo o funcionário, que falou sob anonimato. Novas conversações devem ser organizadas nos próximos dias, acrescentou ele.
Macron reiterou o apelo para que a Rússia interrompa suas operações militares e insistiu na necessidade de proteger os civis e permitir o acesso a serviços humanitários. "A situação (humanitária) é difícil, inclusive em Mariupol", afirmou o funcionário. "Nossas exigências permanecem as mesmas: queremos que a Rússia responda a essas demandas de forma rápida e clara."
Fonte: Associated Press


