Brahmi era um nacionalista e tinha um assento na Assembleia encarregada de escrever
a nova Constituição do país.
Este foi o segundo assassinato de um político da oposição após a morte do esquerdista Chokri Belaid em fevereiro. O incidente com Belaid resultou na renúncia do primeiro-ministro do país e a uma crise política que quase desviou a transição na Tunísia.
O governo havia atribuído o assassinato de Belaid a ação de extremistas islâmicos.
Berço da Primavera Árabe, a Tunísia está se esforçando para fazer uma transição para democracia depois da derrubada de seu ditador, em 2011. Fonte: Associated Press.

