Foi decidido nesta segunda-feira (4) pela justiça britânica, a não extradição do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, para os Estados Unidos.
Segundo um site de notícias do Globo, Julian é acusado de espionagem pela publicação de documentos militares sigilosos há dez anos.
A juíza Vanessa Baraitser afirmou durante audiência na corte penal de Londres que recusou o pedido por motivos de saúde, por temer que o australiano de 49 anos poderia cometer suicídio.
Baraitser afirmou que, "diante de condições de isolamento quase total", "estou convencida de que os procedimentos descritos pelos EUA não impedirão o Sr. Assange de encontrar uma maneira de cometer suicídio".
Washington tem agora 14 dias para recorrer da decisão, e o representante legal do governo americano já confirmou que apresentará um recurso. A defesa solicitou a liberdade de Assange sob fiança, e o pedido será julgado na quarta-feira (6).



