"A cada dia que passa da resistência heroica da Ucrânia, fica claro que Putin cometeu um erro catastrófico", disse o primeiro-ministro, repetindo o que afirmou no dia anterior ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. "Putin não decidiu invadir um país inocente pela iminência de uma aproximação com a Otan", disse.
"É precisamente porque a Ucrânia e a Rússia tiveram, historicamente, uma relação tão próxima, que ele temia o efeito do modelo ucraniano sobre ele e sobre a Rússia", acrescentou. "Putin temia o exemplo da Ucrânia por diferentes motivos: na Ucrânia, eles têm imprensa e eleições livres, diferentemente da Rússia de Putin, onde você é envenenado ou baleado por se opor."
Johnson também afirmou que a guerra está fadada a causar danos econômicos ao Ocidente, destacando que, a cada aumento de dólar no preço do barril de petróleo, Moscou ganha bilhões em lucros com vendas de petróleo e gás. Johnson também se solidarizou com os ucranianos, afirmando que milhões de civis são penalizados em um "ataque bárbaro" que não acontecia desde a década de 1940 na Europa. "Nós permanecemos junto com a população ucraniana", disse.




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