O anúncio mostra que Bagdá continua determinado em conduzir penas de morte, apesar dos apelos internacionais para que este tipo de sentença seja abolida.
O porta-voz do Ministério, Haider al-Saadi, disse que todos os 42 eram condenados iraquianos e haviam cometido crimes terroristas e"matado dezenas de inocentes". A declaração não dava mais detalhes. Fonte: Associated Press.

