Um monitor independente que acompanha o movimento de pizzarias nas proximidades do Pentágono registrou, na sexta-feira (2), um pico atípico de atividade em um estabelecimento de Arlington, na Virgínia. O fluxo chegou a 222% do padrão para o horário e levou o rastreador ao nível máximo de alerta, o chamado DOUGHCON 1. A leitura aconteceu a dois dias do primeiro turno das eleições brasileiras e rapidamente ganhou as redes sociais.
O "índice da pizza" é uma teoria informal segundo a qual o aumento de pedidos de comida perto da sede da defesa americana indicaria funcionários trabalhando além do expediente, o que poderia anteceder operações militares ou crises internacionais. A tese voltou a circular em janeiro, quando um perfil que acompanha o tema relatou movimento acima do normal de madrugada, pouco antes de os Estados Unidos atacarem a Venezuela e capturarem Nicolás Maduro.
A repercussão ocorre em meio à tensão entre Washington e Brasília. Na semana passada, o presidente Donald Trump afirmou acompanhar a eleição brasileira de perto, e a Polícia Federal investiga ameaças a instalações diplomáticas americanas no país. Ainda assim, o indicador não tem reconhecimento oficial, as leituras variam conforme a metodologia e não há evidência pública que ligue o pico das pizzarias a qualquer ação contra o Brasil. Qualquer relação permanece no campo da especulação.
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