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Sadhu Amar Bharati tinha uma vida estável na Índia onde a maioria das pessoas são pobres. Devoto de Shiva ele largou o emprego, a esposa e os três filhos e abdicou de bens materiais em homenagem a sua divindagem.
Como a maioria das pessoas que seguem a vida em dedicação a Shiva, ele passou três anos como mendigo e dependendo de caridade para comer e levando consigo apenas um tridente de metal, conhecido como trishula - instrumento usado por Shiva para destruir a ignorância do homem.
Porém ele ainda não estava satisfeito por acreditar que Shiva também não estava, então resolveu apelar para algo mais radical : ele ergueu seu braço direito ao céu e não o baixou mais.
Ele falou aos jornalistas locais que sua atitude era um protesto em prol da paz mundial. Consequentemente ele experimentou a dormência e formigamento, suportou a dor e o encômodo e com o tempo foram diminuindo e seu braço foi ficando ereto sem qualquer esforço. Seus músculos do braço atrofiaram e houve calcificação nas juntas, al[em de uma notável diferença de tamanho em relação ao braço esquerdo - o membro erege.
A mão do braço que permanece erguido também sofreu mudanças, desde o levantamento do braço ele não corta as unhas, elas cresceram enrrolando-se em uma espiral bizarra saída de seus dedos.
Tudo parece absurdo, mas os indianos estão habituados com religiosos que se sacrificam em nome das suas divindades e são muito bem-vistos pela comunidade.
Ele é considerado um homem santo pelos seguidores de Shiva. Seu "exemplo" arrecadou seguidores que também levantaram um dos braços, onde uns deles mantendo-se erguidos por 10 anos.

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