Um homem, suspeito de ser o mandante do assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise, foi preso nesse domingo (11). Segundo a polícia do país, o haitiano Charles Emmanuel Sanon, de 63 anos, vive nos Estados Unidos, mas estava em Puerto Del Príncipe quando Jovenel foi morto.
Ele teria entrado no país com uma comitiva de colombianos que alegava ser seus seguranças e que seriam os executores do crime. Além disso, segundo Léon Charles, diretor-geral da Polícia Nacional, Sanon ainda facilitou a entrada de outras 22 pessoas que mais tarde, ajudariam no crime.
A polícia ainda afirmou em comunicado que no momento em que o grupo foi encurralado durante perseguição, logo após o crime, ligaram para Charles para pedir ajuda.
Contudo, a investigação apurou que Sanon foi apenas o mandante do crime, mas os autores intelectuais (aqueles que planejaram o crime), são outros dois homens que já foram identificados, mas não tiveram a identidade revelada.
A polícia dos EUA ajuda na investigação sobre o caso e também descobriu que os colombianos que participaram do crime foram contratados pela CTU, uma empresa venezuelana de segurança que funciona e tem sede nos país americano.

