O governo de Donald Trump anunciou um programa de "autodeportação" para imigrantes em situação irregular nos Estados Unidos, oferecendo US$ 1.000 e apoio logístico para viagem.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) justifica a medida como uma alternativa mais econômica à deportação tradicional, que custa em média US$ 17 mil por pessoa. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, destaca a autodeportação como a opção "melhor, mais segura e mais econômica" para evitar a prisão.
A administração Trump intensificou a pressão sobre migrantes, utilizando ameaças de multas e restrições. O governo também adaptou o aplicativo CBP Home, inicialmente usado para entrada legal, para auxiliar na autodeportação. O DHS vê essa iniciativa como uma "oportunidade histórica" para estrangeiros retornarem aos seus países, estimando uma redução de 70% nos custos de deportação.
Apesar da promessa de deportações em massa, os números atuais estão abaixo dos da gestão anterior. Desde janeiro, foram deportadas 152 mil pessoas, em comparação com 195 mil no mesmo período sob o governo Biden. A administração Trump classifica migrantes sem documentação como criminosos e incentiva a autodeportação, mencionando a possibilidade de futuro retorno legal para aqueles que colaborarem.



