Os movimentos são principalmente simbólicos, as faculdades dos EUA têm pouco poder para influenciar a Rússia ou apertar suas finanças, e o intercâmbio acadêmico entre as nações sempre foi escasso.
No ano acadêmico passado, as faculdades dos EUA receberam quase 5 mil estudantes da Rússia, menos de 1% de todos os estudantes internacionais.
Defensores da educação internacional dizem que perder esses alunos abriria mão da chance de expô-los aos ideais ocidentais, e dizem que os russos que optam por estudar nos Estados Unidos já estão mais propensos a querer mudar de casa.

