Uma militar da Coreia do Sul, identificada por Byun Hee-soo, que ingressou no Exército como homem e, mais tarde, passou por uma cirurgia de redesignação sexual, pediu nesta quarta-feira (22) para permanecer nas Forças Armadas depois de saber de sua expulsão.
Segundo um site de notícias do Globo, a Coreia do Sul é profundamente conservadora em questões de identidade de gênero, e as relações homossexuais entre militares ainda são consideradas crime.
Byun alistou-se voluntariamente em 2017 e passou por uma cirurgia de redesignação sexual na Tailândia em novembro.
Tendo se tornado mulher, ela havia comunicado claramente à sua hierarquia seu desejo de permanecer no Exército. Mas uma comissão militar ordenou a sua expulsão.

