O Departamento de Justiça dos Estados Unidos propôs que o julgamento criminal de Nicolás Maduro comece em junho de 2027. O ex-ditador venezuelano e sua esposa, Cilia Flores, passam por uma nova audiência em Nova York nesta quarta-feira (22).
Acusado de conspirar com cartéis e guerrilhas para enviar cocaína aos EUA, Maduro está preso no Metropolitan Detention Center desde que foi capturado em Caracas, em janeiro. Ele cumpre pena preventiva em uma cela isolada, sem acesso a jornais ou internet e com chamadas telefônicas restritas a 15 minutos.
A defesa do venezuelano — chefiada por Barry Pollack, mesmo advogado de Julian Assange — solicitou o arquivamento do processo. A alegação é que restrições do governo norte-americano ao pagamento dos honorários advocatícios ferem os direitos constitucionais do réu.



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