Sem apresentar provas, Putin reiterou as acusações de que Kiev comete violações das normas internacionais por meio de "militantes que professam a ideologia nazista", com "métodos terroristas desumanos". Os dois líderes concordaram em manter o contato por diversos canais diplomáticos.
Scholz rechaçou as denúncias de que o nazismo é uma força generalizada na Ucrânia, de acordo com comunicado separado emitido pelo governo alemão. Durante a conversa de 75 minutos, o chanceler exortou Putin a assegurar um cessar-fogo "o mais rápido possível" e a trabalhar por progressos nas negociações de paz.




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