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Cuba acusa EUA de matar 32 cidadãos durante prisão de Maduro: 'Militares e oficiais em missão'

Por Portal Do Holanda

05/01/2026 7h50 — em
Mundo


Ataque na Venezuela - Foto: Reprodução X

O governo de Cuba anunciou nesta segunda-feira (5) que 32 cidadãos cubanos foram mortos durante operação dos Estados Unidos para prender o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Segundo comunicado oficial transmitido pela televisão estatal, as vítimas eram militares das Forças Armadas Revolucionárias e agentes do Ministério do Interior destacados para missões em território venezuelano.

Havana classificou a ação americana como um “ataque criminoso” e decretou dois dias de luto oficial em homenagem aos mortos. De acordo com o presidente cubano Miguel Díaz-Canel, os cidadãos perderam a vida em combate durante os bombardeios realizados em Caracas na madrugada de 3 de janeiro.

A operação culminou nas prisões de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que foram levados para os Estados Unidos, onde o líder venezuelano deve responder a acusações de narcotráfico e terrorismo em um tribunal de Nova York. O governo cubano não divulgou os nomes das vítimas, mas ressaltou que todos cumpriam funções oficiais e “cumpriram seu dever com dignidade e fidelidade às responsabilidades em matéria de segurança e defesa”.

A repercussão internacional foi imediata. O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião extraordinária para discutir os desdobramentos da ação americana. Cuba denunciou o episódio como “terrorismo de Estado” e reforçou sua aliança estratégica com a Venezuela, enquanto Washington defendeu a operação como necessária para levar Maduro à justiça.

 


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