A organização Grupo Cidadão pela Despenalização do Aborto anunciou que recorrerá da decisão.
A lei salvadorenha penaliza toda forma de aborto e pune tanto as mulheres quanto os médicos que o praticam. Segundo a Procuradoria, a jovem, que mora em uma zona rural, "ocultou a gravidez, teve um parto prematuro em casa", e as investigações mostram que o bebê "morreu de um corte feito com uma arma branca". (FONTE: ASSOCIATED PRESS)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



