Versão anterior do texto "Fritura de chefe da OEA aumenta, e México quer que Brasil se some à pressão", publicado no último sábado (8), dizia que não há roteiro para remoção do secretário-geral da OEA. Na verdade, não existe previsão para removê-lo em caso de quebra do código de ética, mas a Carta da organização prevê que dois terços da assembleia-geral podem destitui-lo em votação "pelo bom funcionamento" da instituição. O texto foi corrigido.


