Manaus/AM - Em 1950, a Cratera Pingualuit foi estampada em jornais de todo o mundo e considerada a oitava maravilha do mundo. Não por causa da sua natureza selvagem, tampouco devido a qualquer estrutura feita pelo homem, mas graças à distinta característica do terreno.
Com um diâmetro de cerca de 3,5 km e uma circunferência bastante superior a 10 km, não era apenas o seu tamanho que a distinguia, mas também sua simetria.
Quase perfeitamente circular e cheia de água, a cratera parecia um espelho compacto no chão, no qual nossa minúscula aeronave Twin Otter agora estava refletida, parecendo nada mais que uma minúscula partícula de poeira.
"Ela foi descoberta pela primeira vez por alguém do mundo ocidental naquele ano, durante a Segunda Guerra Mundial, quando pilotos de caça a avistaram e a usaram como auxílio à navegação. Mas eles só compartilharam com o resto do mundo quando a guerra acabou", afirmou Isabelle Dubois, coordenadora de projeto da Nunavik Tourism.




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