O primeiro caso é o de um analista da inteligência militar dos EUA, preso na quinta-feira, 7, por suspeita de fornecer informações da defesa nacional norte-americana para a China. O outro se refere à prisão na quarta-feira, 7, de um engenheiro de softwares chinês que morava nos EUA, por suspeita de roubar tecnologia de inteligência artificial do Google.
Mao disse que não tem informação sobre os casos mencionados. Sobre o caso do Google, ela acrescentou que, "como princípio, a China dá grande importância e fez esforços ativos para proteger direitos de propriedade intelectual". "Nós protegemos os direitos e interesses de todos os donos de propriedade intelectual, domésticos ou estrangeiros, de forma justa", declarou ela, em coletiva de imprensa.



