O tribunal chinês manteve nesta terça-feira (10), em segunda instância, a pena de morte do canadense Robert Lloyd por tráfico de drogas. O homem foi acusado, junto a outros réus, de introduzir 220 quilos de metanfetamina no país.
O caso piorou a crise diplomática entre a China e Canadá, e em 2019 ele recebeu a primeira condenação.
A decisão foi divulgada dias antes da China divulgar o veredicto do também canadense Michael Spavor, que foi preso no país, após Meng Wanzhou, executiva da Huawei, ser detida no Canadá a pedido dos Estados Unidos.
Ela é filha do fundador do grupo chinês de telecomunicações Huawei e foi solta 11 dias depois de pagar uma fiança de 10 milhões de dólares canadenses.
Robert já havia sido condenado por tráfico em seu país de origem, mas na China se declarou inocente, afirmando que viajou para o país para turismo. A Justiça chinesa demorou 2 anos para julgar o caso, e a sentença coincide com comparecimento de Meng Wanzhou a um tribunal canadense para ser decidido se ela será extraditada.


