O primeiro-ministro britânico defendeu não só a aplicação de sanções, como também achar alternativas à produção energética da Rússia, a qual boa parte da Europa depende. "O mundo precisa aprender a lição de 2014, não fizemos o suficiente para desinvestir e nos afastar da dependência dos hidrocarbonetos russos", argumentou. Segundo ele, é preciso retirar o gasoduto Nord Stream da rede de fornecimento de gás natural na Europa.
Quanto à chance de invasão, Johnson disse que os sinais são "extremamente preocupantes" pois indicam que a Rússia está "ao menos planejando para que algo aconteça" nos próximos dois dias. "Precisamos ter certeza de que Putin entenderá as consequências econômicas de invadir a Ucrânia", completou o premiê.




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