"O objetivo nunca foi paralisar o governo ou entrar em default", disse ele, referindo-se à árdua batalha fiscal ocorrida durante grande parte deste mês.
Boehner indicou que os republicanos estão abertos a um pacote diferente de cortes de gastos do que os atuais cortes automáticos. "O presidente precisa vir negociar essas questões", afirmou.
Ele lembrou que o debate fiscal vai retornar uma vez que o Congresso precisará lidar com um novo projeto de financiamento do governo até 15 de janeiro. O teto da dívida também precisará ser elevado em fevereiro.
Boehner e seus colegas republicanos deixaram claro que querem focar nos problemas associados à implementação da reforma da saúde, conhecida como Obamacare. "É hora de consertar isso antes que piore", disse Boehner. "Se bem que não tem como consertar essa monstruosidade." Fonte: Market News International.

