O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, também chamou o pedido de ultraje. "Instruí a criação imediata de um centro de comando especial no Ministério das Relações Exteriores, com todas as entidades profissionais, destinado a lutar contra a decisão que visa principalmente acorrentar as mãos de Israel e impedi-lo de exercer o seu direito à autodefesa. Pretendo falar com os ministros das Relações Exteriores dos principais países em todo o mundo para instá-los a se opor à decisão do procurador e declarar que, mesmo que sejam emitidos mandados, não pretendem aplicá-los contra os líderes israelenses", afirmou ainda em uma postagem na rede social X.
Já a ministra das Relações Exteriores da Bélgica, Hadja Lahbib, usou a mesma rede social para afirmar que o país apoia a decisão. "Os crimes cometidos em Gaza devem ser processados ao mais alto nível, independentemente dos autores", afirmou.



