O regime do Bashar Assad exige que a destruição seja feito fora da Síria, e o território albanês é o mais cogitado para sediar o processo. O primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, disse em sua página no Facebook que tornaria pública a resposta ao pedido dos Estados Unidos para que o país destrua o arsenal sírio. Centenas de jovens acamparam do lado de fora do escritório do ministro para protestar contra o plano. "Não temos estrutura para lidar com as armas químicas sírias", disse a estudante de arquitetura Maria Pesha.
Qualquer processo de destruição que seja definido, onde quer que aconteça, será supervisionado por especialistas da Opaq, com sede em Haia. Fonte: Associated Press.

