A medida foi apresentada pelos Estados Unidos, diante das hostilidades na Ucrânia por forças russas, em especial na cidade de Bucha. Países como Brasil e África do Sul afirmaram que iriam se abster da votação por desejarem mais informações e investigação para tomar a decisão. A China, que tem buscado adotar um tom neutro durante sessões das Nações Unidas, informou que votaria contra, exigindo que "qualquer acusação seja feita com base em fatos".
O embaixador chinês Zhang Jun disse, na sessão, que é necessário "evitar acusações sem fundamentos" e reforçou que diálogo e negociação são a única solução para a crise ucraniana. O representante da China reiterou que as imagens de destruição vistas em Bucha devem ser verificadas.



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