Na noite deste domingo (início da segunda-feira no Oriente Médio), a maior parte das potências muçulmanas da região tinha emitido declarações que expressavam apoio ao pacto. Os Emirados Árabes Unidos, por exemplo, uma nação que tradicionalmente faz negócios com o Irã e com os Estados árabes, disse que o acordo deve proteger a região "da tensão e do perigo da proliferação nuclear".
Já a Arábia Saudita, o mais poderoso dos Estados árabes e provavelmente o maior rival do Irã xiita, não fez nenhum comentário público sobre o pacto firmado neste domingo, e seu Ministério das Relações Exteriores não retornou os pedidos de entrevista feitos pela imprensa. Fonte: Dow Jones Newswires.

