A equipe da AIEA visitou as instalações da usina no dia 1º de setembro e disse no relatório desta terça que "os bombardeios no local e em suas proximidades devem ser interrompidos imediatamente para evitar mais danos à usina e instalações associadas, para a segurança da equipe operacional e manter a integridade física para apoiar um operação segura e protegida". "Isso requer o acordo de todas as partes relevantes para o estabelecimento de uma zona de segurança e proteção nuclear" ao redor da usina, disse.
O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, que liderou a visita de inspeção, deve informar o Conselho de Segurança da ONU ainda nesta terça-feira sobre suas descobertas.



