Não está claro o que acontecerá quando terminarem as duas semanas do cessar-fogo acertado entre os Estados Unidos e o Irã na terça-feira, 7.
Houve poucos sinais públicos de que os dois países tenham resolvido questões como o programa nuclear, os mísseis balísticos e os grupos aliados do Irã no Oriente Médio, três pontos que foram usados como justificativa pelos Estados Unidos e por Israel para a deflagração da guerra, no fim de fevereiro.
Além do controle sobre o Estreito de Ormuz, as exigências do Irã para encerrar o conflito incluem a retirada das forças dos Estados Unidos da região, o levantamento das sanções e a liberação dos ativos do país que estão congelados. Tais condições parecem ser inaceitáveis para Trump e outras potências ocidentais.
O governo de Israel também demonstrou preocupação com o acordo e pretende exigir mais compromissos do Irã, segundo uma pessoa familiarizada com a situação.
Nas ruas de Teerã, manifestantes queimaram bandeiras americanas e israelenses e entoavam cânticos em que pediam a morte dos "conciliadores", o que indica um ambiente hostil para um pacto de paz duradouro. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast , sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.



