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Lula Washington Dance Theatre encerra o 3° Festival Amazonas de Dança


 

A companhia de dança norte-americana Lula Washington Dance Theatre, de Los Angeles, encerra o 3º Festival Amazonas de Dança (FAD). A apresentação será neste sábado, dia 13 de agosto, a partir de 19h, no Teatro Amazonas (Largo de São Sebastião, s/nº, Centro, zona Sul). Lula Washington Dance Theatre conta com um bailarino amazonense no seu elenco, Eliezer Rabello, que se apresentará nas coreografias “Global Village”, “Angelitos Negros” e “We Wore the Mask”.

O 3° FAD é uma realização do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), e conta com a parceria da Associação dos Profissionais de Dança do Amazonas (Aprodam). O ingresso custa R$ 20. Estudantes com identificação e idosos pagam meia-entrada.

A Lula Washington Dance Theatre foi fundada em 1980 por Lula e Erwin Washington, na área do centro urbano do sul de Los Angeles, no estado da Califórnia, e tornou-se uma das companhias de dança contemporânea afro-americana mais admiradas no Ocidente, tendo realizado diversas apresentações internacionais.

A companhia de dança costuma explora em seus trabalhos questões sociais e humanitárias, incluindo aspectos da história e cultura afro-americana. Além de Eliezer Rabello, a Lula Washington Dance Theatre é formada por Micah Moch, Michael Battle, Dwayne Brown, Christopher Nolen, Keisha L. Clarke, Lynet Shiff, Queala Clancy, Mary Runkle e Haniyyah Muhammad.

O primeiro espetáculo da noite, “Global Village”, é uma homenagem à dança urbana que incorpora estilos variados. A coreografia celebra o conceito universal que a dança é espiritual, elevadora e alegre. “Eu tomei a música do guerreiro urbano africano Fela e criei uma dança contemporânea que abrangesse o conceito de que povos africanos possuem comunidades e marcas por todo o mundo”, revela Lula Washington.

Já “Angelitos Negros” fala sobre uma mulher negra que, ao olhar para as belas cenas do Céu nas paredes da igreja, percebe que todos os anjos pintados eram brancos, fazendo-a questionar se não existem anjos negros no Paraíso. Ela pede ao pintor para incluir um anjo negro na próxima vez que ele fizer uma pintura celestial.

A companhia encerra a sua participação dançando “We Wore The Mask”, que celebra a remoção das velhas máscaras que um dia foram necessárias para se sobreviver na América. Uma vez removida, a nova face é revelada cheia de vivacidade, energia, sensualidade, alma, espírito, fogo e beleza verdadeira que reside dentro de nós.

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