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CNJ prolonga agonia de Ari Moutinho

Ainda não foi desta vez que o Conselho Nacional de Justiça  decidiu a vida do desembargador Ari Jorge Moutinho da Costa. O conselheiro Wellington Cabral Saraiva, que tinha pedido vista, votou pela aposentadoria compulsória do magistrado, mas o julgamento desta terça-feira voltou a ser suspenso depois do pedido de vista dos conselheiros Silvio Rocha e Gilberto Martins.

Com o recesso que se aproxima o desembargador só voltará a ser julgado no dia 14 de fevereiro, na primeira sessão do CNJ, de 2012. Ari Moutinho é acusado de favorecimento e parcialidade em processos na Justiça Eleitoral, quando era presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas.

O desembargador já conta com dois votos favoráveis. Em maio o conselheiro Marcelo Neves, o primeiro relator do Processo Administrativo Disciplinar, votou pedindo a absolvição e o arquivamento PAD por falta de provas.

Mas a sessão acabou suspensa depois que a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, pediu vista dos autos. Em setembro o processo voltou à pauta e ela votou pela absolvição de Ari Moutinho.

E desta vez quem pediu vista foi o conselheiro Wellington Cabral Saraiva, que hoje apresentou voto divergente do relator original, Marcelo Neves e do novo relator conselheiro Bruno Dantas.
 

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