Veja o momento em que mulher-bomba prima de Abdelhamid Abaaoud explode na França
Ao detonar seu cinturão de explosivos para não ser capturada, a mulher que morreu nesta quarta-feira em ação policial em Saint-Denis instaurou uma nova era na França e se somou a uma longa lista de mulheres-bomba.
Ao amanhecer, quando os policiais derrubaram a porta do apartamento ao norte de Paris em que se encontrava com quatro homens, a jovem optou por se explodir.
"Este caso é, sobretudo, uma prova de determinação", explica à AFP Fatima Lahnait, pesquisadora e autora do relatório "Mulheres-bomba, a jihad no feminino".
"O doutrinamento e recrutamento são tais que ela preferiu morrer antes de ser detida. Fazendo isso, contribuiu para a luta. O sexo pouco importa, mas o fato de ser mulher seguramente multiplicará o impacto de seu ato na sociedade", afirma.
Embora nos últimos anos várias mulheres tenham alcançado as "terras da jihad", na Síria e no Iraque, são poucas as que optam pelo martírio. Entre elas, Muriel Degaugue, uma jovem belga convertida ao islã que se explodiu em novembro de 2005 no Iraque durante a passagem de um comboio americano.
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