A primeira semana da Casa do Patrão deixou claro que estratégia não é mais uma possibilidade, é uma exigência. Com a formação do primeiro Tá na Reta, o reality entra oficialmente em sua fase de pressão, onde cada movimento passa a ser observado dentro e fora da casa.
Estão na primeira berlinda Jovan, Marina Keller e Marcelo Skova, representando três trajetórias ainda em construção, mas já atravessadas por percepções fortes dos colegas de confinamento. Agora, o destino deles sai das mãos dos participantes e passa diretamente para o público, que decide quem continua na disputa.
Como foi formada a primeira berlinda
A dinâmica começou com a indicação direta do patrão da semana, Luís Fellipe, que escolheu Marina Keller como sua primeira decisão estratégica no jogo. A justificativa veio acompanhada de um ponto recorrente em realities, a falta de leitura clara de jogo.
Na sequência, o poder mudou de mãos. Thiago Monteiro, vencedor da Prova do Voto, também precisou expor seu posicionamento e optou por Jovan. O argumento foi direto, pouca visibilidade e ausência de posicionamento.
O terceiro nome surgiu de uma votação interna mais ampla. Luís Fellipe indicou quatro participantes para serem avaliados pela casa, Marcelo Skova, Nataly Silva, Luiza Parlote e Matheus Barros. Entre eles, Skova recebeu o maior número de votos e completou o trio que agora enfrenta o julgamento popular.
Votação invertida
Diferente de outros realities, como o Big Brother Brasil, a Casa do Patrão adota uma lógica inversa: o público vota para salvar, não para eliminar.
Ou seja, quem receber menos votos de apoio será eliminado. Esse formato altera completamente a estratégia, já que não basta evitar rejeição, é preciso conquistar torcida ativa.
Como votar
A votação já está aberta e acontece exclusivamente pelo site oficial da Record . O público pode escolher quem deve permanecer no jogo, influenciando diretamente o rumo da primeira semana do reality.
A eliminação será revelada nesta quinta-feira 30, marcando o primeiro grande corte da temporada.



