O Sistema Cantareira, principal conjunto de represas que abastece a Região Metropolitana de São Paulo, está operando na Faixa 2 de gestão, classificada como de atenção, segundo boletim diário divulgado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). O volume útil registrado no boletim de 15 de outubro era de 44,40% da capacidade total do sistema, que soma 981,56 hectômetros cúbicos.
O nível atual é cerca de 3,3 pontos percentuais superior ao registrado no fim de setembro, quando o sistema estava com 41,10% do volume útil, patamar que define a faixa de operação aplicada a todo o mês de outubro. Em comparação com o mesmo período do ano passado, a situação está bem mais favorável: em 15 de outubro de 2025, o Cantareira tinha apenas 25,64% de sua capacidade, quase 19 pontos percentuais abaixo do nível verificado agora.
De acordo com o boletim, a retirada total de água do sistema soma 27,41 metros cúbicos por segundo, dos quais 26,80 metros cúbicos por segundo são destinados ao abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo pela Elevatória de Santa Inês. Já as bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) utilizaram 82,21 hectômetros cúbicos no período seco, o equivalente a 52% da garantia hídrica estabelecida para a região.
O Cantareira é formado por um conjunto de represas que fornece água a milhões de moradores da capital paulista e de cidades da Grande São Paulo. Os boletins diários sobre a situação do sistema são publicados pela ANA e ficam disponíveis no site do órgão.
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