O IPCA da cidade de São Paulo subiu 0,29% em julho de 2026, acima da média nacional de 0,07% apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no mesmo período. A alta foi uma das maiores entre as áreas metropolitanas pesquisadas pelo instituto no mês.
O principal responsável pelo resultado foi o item energia elétrica residencial, que ficou 7,60% mais caro na capital paulista, pressionado por reajustes tarifários. O grupo habitação, que reúne despesas com moradia, foi o que mais impactou o índice da cidade em julho.
Para quem mora em São Paulo, o efeito prático aparece na conta de luz do mês, que passou a consumir fatia maior do orçamento doméstico em relação a outras capitais. Enquanto a cidade registrou alta, outras áreas pesquisadas pelo IBGE, como Belém e Salvador, tiveram queda de preços no mesmo mês.
O IPCA acumula alta de 4,44% em 12 meses até julho, dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação perseguida pelo Banco Central.




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