O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reiterou nesta quinta-feira, 8, que, se eleito, terá uma gestão com pragmatismo nas relações exteriores.
"Olha o isolamento do Brasil perante o mundo. Brasil se aproximou do que há de pior no mundo, virou costas para grandes democracias desenvolvidas. ... Não vou escolher lado. Meu lado será do Brasil, independente de ser Brasil, China, Israel, Oriente Médio, Argentina, Índia, não importa", disse em reunião com governadores eleitos pelo PL e por partidos aliados, em Brasília.
A declaração veio em um momento em que se especula quem Flávio indicaria para o Itamaraty em seu eventual governo. O "Zero Um" tem trabalhado para afastar a ideia de que escolheria o irmão e ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL). Uma das cotadas é a senadora Tereza Cristina (PP-MS) ou alguém indicada por ela.
Abstenções e indecisos
Durante a reunião, Flávio pediu aos aliados que busquem converter quem se absteve no primeiro turno ou que componha a parcela indecisa.
"Não tem eleição ganha. Todo mundo arruma um votinho para gente. Cada voto que você conseguir de quem não foi votar ou está na dúvida, ou até que votou do lado de lá", falou.
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