A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu formalmente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ser tratada da mesma forma que a do senador Flávio Bolsonaro (PL).
A campanha de Lula argumenta que solicitou que o canal de WhatsApp "Tropa do Flávio" seja suspenso por 48 horas, da mesma forma em que ocorreu com o "Exército do Lula", que é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
"O 'Tropa do Flávio' também apresentou as informações exigidas apenas posteriormente, mas não sofreu a mesma sanção", diz a nota da campanha de Lula.
"A petição reivindica tratamento igual para situações consideradas equivalentes e pede que a ordem seja dirigida à plataforma responsável. Para a coligação, permitir que um canal permaneça ativo enquanto outro cumpre 48 horas de suspensão cria uma desigualdade no ambiente de disputa do segundo turno. O pedido ainda não foi analisado pelo tribunal", completou a nota da campanha.
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