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Vinícius Jr diz que Brasil não é favorito para Copa do Mundo, mas confia em peso da camisa

Vinícius Jr diz que Brasil não é favorito para Copa do Mundo, mas confia em peso da camisa
Vinícius Jr diz que Brasil não é favorito para Copa do Mundo, mas confia em peso da camisa

25 Mar (Reuters) - O atacante Vinícius Jr admitiu que os últimos resultados não colocam a seleção brasileira como uma das favoritas para a Copa do Mundo, mas o jogador aposta no peso da camisa para uma campanha de sucesso no Mundial.

No ciclo para a Copa de 2026, o Brasil teve diferentes técnicos, resultados negativos e uma campanha irregular nas eliminatórias sul-americanas, terminando na quinta colocação.

A escolha do italiano Carlo Ancelotti para comandar o time foi a tentativa de salvar um ciclo instável para a seleção cinco vezes campeã do mundo.

"Acredito que não é a favorita pelos resultados que tivemos. Mas o peso da camisa, peso dos jogadores que temos aqui. Só faltava encaixar, depois que o Ancelotti chegou a gente tem uma ideia melhor de jogo”, disse ele a jornalistas nos Estados Unidos.

"Ele tira muito o peso de nós. É fazer de tudo para colocar o Brasil no topo mais uma vez. A gente não quer o favoritismo, quer colocar o Brasil no topo", completou o atacante do Real Madrid.

O Brasil enfrenta a poderosa França na quinta-feira, em Boston, e a Croácia, no dia 31, em Orlando.

O atacante do Real é uma das esperanças do Brasil no Mundial que será disputado em junho e julho nos EUA, México e Canadá.

"Imagino que todo mundo queira que eu seja um dos protagonistas. Eu estou preparado para todos os desafios da minha carreira. Já joguei uma Copa do Mundo, não quero voltar a perder. Tenho trabalhado muito em casa, não quero lesionar”, disse ele.

“Tem o Raphinha, tem o João Pedro. Os mais novos que estão chegando, Endrick, Estêvão. Está todo mundo preparado… nas últimas temporadas eu fui um dos melhores, Raphinha também", acrescentou.

Antes da convocação para os amistosos, a última antes da lista oficial para a Copa, o Brasil viveu a expectativa da possível volta de Neymar à seleção, mas Ancelotti preferiu deixá-lo de fora alegando questões físicas.

“A cobrança pelo Ney é normal. Sou suspeito para falar, o Ney é um dos meus ídolos. Ele tá fazendo de tudo para estar 100%, para voltar para a seleção... Agora, a decisão cabe ao treinador, mas nós jogadores sempre queremos jogar com os melhores”, afirmou Vinícius Jr.

QUATRO ATACANTES

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, Ancelotti disse que seu modelo de time é formado por quatro atacantes e deixou claro que quer a seleção com algumas características bem alinhadas: equilíbrio, atitude e qualidade.

“Nestes meses eu tenho pensado qual é o melhor modelo de jogo para a equipe, tendo em conta as características dos jogadores. Pensamos que o modelo de jogo que queremos planejar é com quatro na frente", afirmou o treinador, segundo divulgação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Para o jogo contra a França, ele adiantou que o zagueiro Marquinhos não atuará, por causa de dores na região do quadril, e que espera contar com o atleta no amistoso seguinte, contra a Croácia.

Ancelotti não quis confirmar a escalação da equipe para o confronto com a França, mas abriu exceção ao revelar o nome de três dos quatro defensores: Wesley, Léo Pereira e Douglas Santos.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier no Rio de Janeiro)

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