Em entrevista na tarde desta segunda-feira (9), o presidente dos EUA, Donald Trump, apresentou um balanço otimista sobre o conflito no Oriente Médio. Segundo o republicano, as capacidades militares do Irã foram severamente reduzidas, aproximando o confronto de um desfecho.
"O Irã não tem marinha, comunicações, e eles não possuem força aérea. Seus mísseis foram dizimados a um mínimo", declarou o mandatário à repórter Weijia Jiang. Trump afirmou ainda que o arsenal de drones de Teerã foi destruído, incluindo as unidades de fabricação, concluindo que, no sentido militar, "não restou nada" ao país persa.
Apesar de indicar que a guerra pode acabar antes do cronograma de cinco semanas previsto anteriormente, Trump manteve o tom de agressividade. O presidente revelou que ainda considera a possibilidade de tomar o Estreito de Ormuz para controlar o fluxo de navios na região.
Embora tenha reconhecido que a via está aberta e com trânsito de embarcações, Trump deixou um alerta definitivo ao governo iraniano:
"Se fizerem algo ruim, será o fim do Irã e você jamais irá escutar este nome de novo", disparou.
Questionado sobre a ascensão de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo — substituindo seu pai, Ali Khamenei —, Trump foi direto: afirmou não ter mensagens para o novo líder e sugeriu que "possui outra pessoa em mente" para o posto de comando no país.
O presidente reafirmou que sua prioridade absoluta é finalizar as operações militares. Ele declarou estar "muito adiantado" em relação às metas estabelecidas na semana passada.
Status militar: Segundo Washington, o Irã já teria esgotado seu poder de fogo ofensivo.
Foco estratégico: O encerramento do conflito é, nas palavras de Trump, o que ocupa sua mente "e a de mais ninguém" no momento.

