O Tribunal Penal Internacional (TPI) criticou nesta quarta-feira (19) as mais recentes sanções dos EUA que visam altos funcionários do TPI, incluindo seu presidente, como um "ataque flagrante" à independência do tribunal global, prometendo continuar buscando justiça para atrocidades ao redor do mundo.
O Departamento de Estado americano anunciou ontem que impôs sanções ao presidente do TPI, Tomoko Akane, um cidadão japonês, e ao advogado sênior de julgamento do TPI, Abdoulaye Seye, do Senegal, congelando quaisquer ativos que eles possuam em jurisdições dos EUA ou que entrem em contato com o sistema financeiro americano.
A administração Trump já aplicou sanções a nove dos 18 juízes do TPI, a ambos os procuradores adjuntos, ao ex-chefe de procuradores e a outro funcionário do escritório de acusação, segundo o tribunal.
Em um comunicado, o TPI afirmou que, quando "atores judiciais são ameaçados por aplicar a lei, é a ordem jurídica internacional que é colocada em risco" e declarou que "continuará a cumprir plenamente seu mandato com independência e imparcialidade".
A medida de Washington veio semanas após o secretário de Estado Marco Rubio anunciar que os EUA estavam lançando uma "campanha abrangente para desmantelar a ameaça representada pelo Tribunal Penal Internacional à soberania dos EUA". Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast , sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.



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