Brad Pitt refletiu sobre um período turbulento por crises familiares. Embora tenha enfatizado que não possui tendências autodestrutivas, o ator admitiu ter compreendido o desespero de quem busca no suicídio uma saída para o sofrimento extremo.
"Eu nunca tive tendências suicidas. Simplesmente não faz parte da minha personalidade. Na verdade, se tenho algum defeito, provavelmente é ser um otimista nato. O que já me ajudou muitas vezes, mas também já me causou problemas", disse Pitt à revista Esquire.
"Eu nunca tive pensamentos suicidas, exceto por um pequeno período. E nesse pequeno período, eu simplesmente pensei... eu simplesmente não conseguia... simplesmente não via uma saída", afirmou.
"E eu pensei: 'Ah, ok, agora entendi' — entendo o suicídio, no sentido de que é apenas um alívio. É apenas uma busca por alívio da dor. Mas também acho que temos instintos de sobrevivência incríveis. E para mim, isso se manifestou imediatamente, mas foi simplesmente...", completou.
Ao ser questionado sobre a origem dessa fase sombria, ele limitou-se a declarar: "Coisas de família. Podemos parar por aqui", disse, sem dar mais detalhes. Vale lembrar que o fim do casamento com Angelina Jolie foi conturbado em 2016.
O ator, que estava sóbrio desde a separação de Angelina, contou que voltou a consumir bebidas alcoólicas após sete anos. No entanto, ressaltou estar atento para não extrapolar limites: "Posso tomar algumas taças de vinho, mas não muitas. Tenho de ser profissional quanto a isso", disse.




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