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Stone revisa projeção de lucro bruto para entre R$7,2 bi e R$8,3 bi em 2027

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Por Igor Sodre e Andre Romani

SÃO PAULO, 2 Mar (Reuters) - A empresa de meios de pagamento StoneCo atualizou nesta segunda-feira suas projeções para 2027 ao reportar seus resultados do quarto trimestre, que mostraram alta de 12% no lucro de operações continuadas.

A projeção de lucro bruto ajustado de operações continuadas para 2027 passou para entre R$7,2 bilhões e R$8,3 bilhões ante previsão de pelo menos R$10,2 bilhões divulgada no quarto trimestre de 2024. O lucro por ação ajustado passou a ser estimado entre R$11,8 e R$13,4 ante acima de R$15 esperados anteriormente.

Para 2026, a Stone espera lucro bruto ajustado entre R$6,6 bilhões e R$7 bilhões, e lucro por ação ajustado entre R$10,8 e R$11,4. A companhia encerrou 2025 com lucro bruto de R$6,32 bilhões.

A Stone também afirmou que distribuirá mais de R$2 bilhões de capital excedente ao longo de 2026 por meio de recompra de ações. A distribuição extraordinária do excesso de capital de aproximadamente R$3 bilhões, gerado a partir da venda da produtora de software Linx, será definida em abril, disse a empresa.

No quarto trimestre, a companhia teve lucro líquido ajustado de R$707 milhões, alta de 12% na comparação com o mesmo período de 2024. O valor ficou abaixo da média de previsões de analistas compilada pela LSEG, de R$743 milhões.

Já a receita de operações continuadas somou R$3,7 bilhões, um avanço de 13% na base anual. A média de previsões do mercado indicava R$3,8 bilhões, segundo a LSEG.

O retorno sobre patrimônio da operação consolidada cresceu 6 pontos percentuais, alcançando 26% no quarto trimestre de 2025.

Na operação bancária, a base de clientes ativos cresceu 21% na base anual, chegando a 3,7 milhões. A carteira de crédito atingiu R$2,9 bilhões, alta de 23% na base trimestral, e a inadimplência do período foi de 4,4% no caso das operações vencidas entre 15 e 90 dias. No caso da inadimplência acima de 90 dias, o indicador encerrou dezembro em 5,21% ante 5,03% no final de setembro e 3,61% no fim do quarto trimestre de 2024.

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