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Fundador da ByteDance lidera lista de bilionários na China com avanço da IA

Estadão

O fundador da ByteDance, Zhang Yiming, recuperou o primeiro lugar na lista dos mais ricos da China, impulsionado pelo avanço de sua empresa em inteligência artificial (IA).

Os rankings divulgados pelo Instituto de Pesquisa Hurun nesta terça-feira refletiram que os setores de alta tecnologia do país estavam em ascensão, enquanto outros, como consumo e imobiliário, estavam sob pressão.

O instituto, que publica a lista anualmente desde 1999, encontrou um recorde de 1.529 pessoas com mais de 5 bilhões de yuans (cerca de US$ 750 milhões), um aumento de 6,6% em relação ao ano passado.

O número de bilionários com base em seu patrimônio líquido em dólares americanos subiu para 1.176, um aumento de 155 pessoas - 176 a mais que os Estados Unidos. Isso foi ligeiramente abaixo das 1.185 pessoas em 2021.

Zhang liderou a lista com US$ 100 bilhões, um aumento de 43%, "quase tudo graças à IA", e o valor foi um recorde para a pessoa mais rica da China, disse Rupert Hoogewerf, presidente do Hurun Report, em um comunicado. Hoogewerf observou que o Doubao da ByteDance é o assistente de IA mais usado na China.

A ByteDance também é a empresa-mãe das populares plataformas de vídeos curtos Douyin e TikTok.

O magnata do setor de água engarrafada Zhong Shanshan caiu para o segundo lugar com US$ 61 bilhões, enquanto Robin Zeng, presidente da CATL, o maior fabricante mundial de baterias para veículos elétricos, ficou em terceiro. Já o fundador da startup chinesa de inteligência artificial DeepSeek, Liang Wenfeng, novidade na lista, ficou em sétimo lugar. O presidente da fabricante de chips de IA Cambricon, Chen Tianshi, ficou em décimo.

"Os ganhos deste ano foram polarizados: empreendedores em IA, semicondutores e robótica avançaram, enquanto aqueles em consumo, imobiliário e manufatura tradicional viram sua riqueza encolher", disse Hoogewerf.

Hoogewerf ainda disse que Lei Jun, presidente da fabricante chinesa de eletrônicos de consumo inteligente Xiaomi, foi o "maior perdedor" deste ano, com sua riqueza reduzida pela metade para US$ 25,1 bilhões. Fonte: Associated Press

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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