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Suspeito de agredir idoso em SP está em regime aberto após condenação por homicídio

Estadão

O coreano Denis Young Kim, acusado de agredir um idoso de 79 anos, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, foi condenado a 14 anos de prisão por matar um carroceiro com uma flechada no pescoço em 2016. Também possui um histórico criminal por tentativa de homicídio contra o padrasto em 2013 e de violência doméstica em 2014. A defesa dele não foi localizada.

Kim foi condenado pelo assassinato de um catador de materiais recicláveis no bairro do Bom Retiro, no centro de São Paulo. Na ocasião, após uma discussão de trânsito porque a carroça da vítima havia arranhado seu automóvel, ele disparou uma flecha contra o pescoço do trabalhador.

Ele cumpre a pena em regime aberto, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), desde setembro do ano passado. No momento, seu paradeiro é desconhecido.

Outras acusações

Em 2013, ele foi acusado de tentar matar o próprio padrasto a golpe de faca durante um desentendimento, e, no ano seguinte, em 2014, voltou a ser alvo de denúncias registradas na polícia por praticar violência doméstica.

A Polícia Civil de São Paulo pediu a prisão preventiva de Kim. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento das agressões contra o idoso. O caso foi registrado como tentativa de homicídio por motivo fútil pelo 5º Distrito Policial de Osasco.

A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) afirmou que o caso ocorreu na Rua Octalles Marcondes Ferreira, no bairro Helena Maria.

A vítima, identificada como José Ricardo, caminhava com a ajuda de muletas quando um carro passou bem próximo a ela. José encostou a ponta da muleta na parte de trás do veículo. O motorista saiu do carro, deu uma voadora nas costas do idoso e depois pisou na cabeça dele.

De acordo com a Polícia Civil, diligências realizadas pelas autoridades apontam que, após a identificação do veículo e do proprietário, equipes policiais se dirigiram ao endereço cadastrado de Kim, mas ele não foi localizado.

A SSP diz que as diligências continuam em andamento para localizar o paradeiro do investigado, bem como a conclusão de exames médico-legais na vítima para instruir o inquérito policial encaminhado ao Poder Judiciário.

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