A Prefeitura de Belo Horizonte reforçou que pacientes com sintomas leves devem procurar os centros de saúde ou as teleconsultas, e não as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), para evitar a sobrecarga da rede de urgência. A rede municipal tem 9 UPAs e 154 centros de saúde.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, entre janeiro e julho deste ano as UPAs de BH registraram 560 mil atendimentos, dos quais 76,2% foram classificados como não urgentes. Em todo o ano de 2025, foram 937 mil atendimentos nas UPAs, com 75% de classificação verde, ou seja, de baixa urgência.
Segundo a prefeitura, devem procurar a UPA, que funciona 24 horas, casos de falta de ar intensa, febre acima de 39°C, dor intensa no peito, fraturas, crises convulsivas, cólica renal e vômito constante. Já os centros de saúde, que atendem de segunda a sexta durante 12 horas por dia, devem ser a porta de entrada para febre branda, curativos, pequenas suturas, aferição de pressão e glicemia, dores musculares, bronquite, asma, gripes leves, consultas de rotina, pré-natal, acompanhamento de doenças crônicas e vacinação. As teleconsultas funcionam de segunda a sexta, das 7h às 20h.
O secretário municipal de Saúde, Miguel Duarte, é citado como fonte da orientação, que busca direcionar o paciente para o serviço mais adequado ao seu quadro clínico.



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