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Maria do Carmo não comparece à delegacia para depor após convocação da Polícia Civil

Maria do Carmo não comparece à delegacia para depor após convocação da Polícia Civil

Convocada pela Polícia Civil do Amazonas, a ex-candidata ao Governo pelo PL, Maria do Carmo Seffair, não foi à Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), em Manaus, nesta terça-feira (3). A expectativa era que ela falasse sobre a investigação da divulgação de vídeos com imagens da filha adolescente do governador eleito Omar Aziz (PSD).

A oitiva buscava esclarecer se a ex-candidata e integrantes de sua equipe tiveram participação na disseminação do material.

A assessoria de Maria do Carmo, porém, contesta a versão de que ela deveria prestar depoimento. Segundo a equipe, não houve intimação para depor, e o comparecimento à delegacia serviria apenas para a entrega de aparelhos eletrônicos.

Confira nota:

A assessoria jurídica da Professora Maria do Carmo (PL) esclarece que, diferentemente do que vem sendo divulgado pela imprensa local, a ex-candidata ao Governo do Amazonas não foi intimada a prestar depoimento na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). O compromisso perante à Justiça teve o objetivo de apresentar dispositivos eletrônicos pessoais, iniciativa que partiu da própria ex-candidata por meio de seus advogados.

A medida reafirma a disposição de Maria do Carmo em colaborar com a apuração da denúncia, tendo ela mesmo já afirmado não ter tido conhecimento da produção de qualquer conteúdo dessa natureza e reiterado que jamais compactuaria com esse tipo de ataque. Seu interesse é que os fatos sejam esclarecidos e os responsáveis, identificados.

A defesa vê com preocupação os sucessivos vazamentos, parciais e seletivos, de informações à imprensa de um procedimento que deveria tramitar sob sigilo, o que prejudica a própria apuração e expõe os envolvidos a juízos antecipados.

A assessoria jurídica espera que a denúncia seja tratada com a seriedade e a responsabilidade que exige, sem que se converta em instrumento de exposição, ridicularização ou perseguição de quem quer que seja.

Sérgio Roberto Bulcão Bringel Júnior - OAB/AM 14.182

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