O Amazonas consolidou uma redução significativa na perda de cobertura vegetal entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026. Segundo dados do Imazon, o estado registrou a derrubada de 200 km² de floresta no período, uma queda de 32% em comparação aos 296 km² registrados no ciclo anterior.
O desempenho local está alinhado a um marco regional: a Amazônia Legal teve, em fevereiro de 2026, o menor índice de desmatamento dos últimos oito anos.
A tendência de baixa é observada em diferentes indicadores de monitoramento:
Fevereiro Histórico: Em toda a Amazônia, a área desmatada em fevereiro caiu 42% (de 119 km² em 2025 para 69 km² em 2026), o número mais baixo desde 2017.
Sequência Positiva: Já são sete meses consecutivos de redução dentro do calendário atual de desmatamento (agosto a julho).
Degradação: O índice de áreas degradadas — quando a floresta é danificada, mas não totalmente removida — despencou 93% em fevereiro, somando apenas 13 km².
Embora os números sejam positivos, o Amazonas ainda ocupa uma posição de alerta, figurando entre os três estados com maiores índices de desmatamento, ao lado de Pará e Acre.
No acumulado geral da Amazônia Legal para este ciclo, a área desmatada soma 1.264 km², o que representa uma retração de 41% em relação aos 2.129 km² verificados no mesmo período entre 2024 e 2025.


