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Viagem em iate de R$ 1 bilhão com investigados foi crucial para decisão de prisão de Gusttavo Lima

Viagem em iate de R$ 1 bilhão com investigados foi crucial para decisão de prisão de Gusttavo Lima
Viagem em iate de R$ 1 bilhão com investigados foi crucial para decisão de prisão de Gusttavo Lima

Gusttavo Lima, que teve prisão decretada nesta segunda-feira (23) pela Justiça de Pernambuco, no âmbito da Operação Integration, com suspeita de ajudar foragidos, comemorou ao lado de um casal investigado os seus 35 anos em uma viagem a Grécia, a bordo de um mega iate avaliado em quase R$ 1 bilhão.

A festa contou com muita ostentação, a começar pelo iate chamado Project X, que tem diárias de cerca de € 200 mil (mais de R$ 1,2 milhão) para aluguel. 

A viagem foi citada na decisão e um dos motivos para a mesma. O cantor foi de Goiânia a Grécia ao lado do casal de José André e Aislla, dono e co-ceo da VaideBet, uma das empresas alvo da operação que investiga um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo influencers e casas de aposta online (bets).  Gusttavo adquiriu no dia 1º de junho deste ano 25% da empresa Vai de Bet, o que, de acordo com a juíza, representa indícios de participação do cantor no esquema. 

Na decisão que decretou a prisão do sertanejo, a juíza cita que ele  deu "guarida a foragidos" ao levá-los sem retorno para a Europa.  "É importante destacar que Nivaldo Batista Lima [nome verdadeiro de Gusttavo Lima], ao dar abrigo a foragidos, revela uma preocupante desconsideração pela Justiça. Suas transações financeiras com esses indivíduos, envolvendo movimentações suspeitas, levantam dúvidas sobre sua própria participação em atividades criminosas. A ligação de sua empresa com uma rede de lavagem de dinheiro aponta para um envolvimento que não pode ser ignorado", diz um trecho. 

Também na decisão, a juíza diz que é necessário manter as prisões e que elas não podem ser vistas "apenas como uma medida punitiva, mas como um mecanismo de proteção da sociedade e um meio de garantir que a Justiça prevaleça. Somente assim será possível evitar que a impunidade se perpetue e que os direitos dos cidadãos sejam efetivamente defendidos".

O cantor também teve no início da operação uma aeronave apreendida pela polícia. Na época, ele afirmou que o jatinho havia sido vendido.

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