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Após descobrir traição de César, Pilar dirá ao marido que para casa ele não volta mais. Pois bem, o dono do San Magno será perdoado pela mulher, mas resolve ficar com Aline causando a fúria dos familiares.
Félix será o mais revoltado e decide expulsar o pai de casa antes de ter uma última conversa com Pilar.
O médico não admite o tratamento do filho e o vilão dispara: "Lamento, 'papi', mas esta não é mais a sua casa. Você se separou da mamãe e só Deus sabe o quanto ela está sofrendo por sua causa. Eu, como um filho fiel, acho que você não tem mais o direito de pisar nesta casa".
César fala da decepção de ter um filho gay, dizendo que odeia vê-lo desmunhecando. "As mãos são minhas. Eu rodo, eu giro, eu faço o que eu quiser com elas. O corpo todinho é meu, papi. Ando pra cá, ando pra lá. É meu. Teve um tempo em que eu me atiraria no chão por um olhar seu, um único olhar de aprovação. Se eu errei, se fiz coisas que eu não gostaria de ter feito, foi porque eu queria que você demonstrasse algum amor por mim. Amor de pai, sabe? Mas o que foi que eu consegui, sempre? Desprezo, humilhação. Humilhação que chegou ao ponto máximo quando você me demitiu do hospital", diz Félix.
O médico se irrita e chama o filho de ladrão, tentando entrar na mansão. Impedido novamente por Félix, ele tenta bater no administrador que reage e quase bate no pai.
"Não encosta em mim!", grita o vilão. César se assusta e dispara: "Você é capaz de erguer a mão contra o seu próprio pai? Este é o maior dos pecados, Félix. Erguer a mão contra o pai. Você tem essa coragem?".
Os dois se enfrentam e o motorista aparece dizendo que Pilar não está na casa. César resolve ir embora, mas antes escuta do filho: "Você vai pagar caro pelo sofrimento causado a minha mãe".
"Te desprezo profundamente", rebate o médico.

