Relatório forense vê contradição em registros da morte de Kurt Cobain
Mais de três décadas após o adeus ao líder do Nirvana, a morte de Kurt Cobain volta ao centro do debate científico. Um novo estudo publicado no International Journal of Forensic Science revisitou detalhadamente a autópsia e os registros da cena do crime, levantando dúvidas sobre a conclusão oficial de suicídio estabelecida pelas autoridades de Seattle em 1994.
De acordo com o jornal britânico Daily Mail, o relatório foi elaborado por especialistas que identificaram discrepâncias entre os dados médicos e as evidências circunstanciais da época. Segundo os pesquisadores, alguns elementos técnicos encontrados nos documentos da autópsia não sustentariam, sob os padrões científicos atuais, a narrativa oficial de forma integral.
O estudo sugere que, se o caso fosse analisado hoje com os novos parâmetros da ciência forense, a interpretação dos fatos poderia seguir um caminho diferente.
Apesar de reacender as teorias que cercam o caso há 31 anos, o documento possui caráter estritamente acadêmico e científico.
Sem efeito jurídico: O estudo não possui poder para reabrir o inquérito ou alterar o atestado de óbito de Cobain.
O caso permanece oficialmente fechado como suicídio perante a justiça americana.
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