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Quadrilha faz ameaças com informações sobre Gugu Liberato, diz assessoria

Quadrilha faz ameaças com informações sobre Gugu Liberato, diz assessoria
Quadrilha faz ameaças com informações sobre Gugu Liberato, diz assessoria

A assessoria de Gugu Liberato, morto em um acidente doméstico em novembro do ano passado, afirmou nesta terça-feira (11) que uma quadrilha está ameaçando divulgar informações sobre a vida do apresentador, que conforme seus representantes, são falsas. 

Um site chegou a publicar ainda nesta terça, que o apresentador teria feito um acordo com o DJ Leandro Kloppel Lo Frano, para "encerrar um processo envolvendo acusações de abuso sexual quando ele tinha 14 anos". Em resposta, a assessoria de Gugu divulgou um comunicado repudiando as informações.

Leia na íntegra a nota: 

  “O apresentador Augusto Liberato está sendo vítima de extorsão por uma quadrilha, que ameaça divulgar falsas informações que prejudiquem sua reputação, seu trabalho e sua família, usando para isso os meios de comunicação. Gugu Liberato já tomou todas as providências judiciais cabíveis para denunciar esse fato que ora expomos, e para alertar sobre um delito em execução. A quadrilha se dispõe a procurar jornalistas que, iludidos, poderão acabar contribuindo com a consecução de um crime. O escritório do Prof. Dr. Miguel Reale Jr., professor titular da Faculdade de Direito da USP, e um dos mais respeitados criminalistas do país, pediu ao Ministério Público a abertura de inquérito, e representou à OAB-SP contra dois advogados que fazem parte da quadrilha”. 

Ainda hoje, a assessoria jurídica da família Liberato divulgou um outro comunicado:  "Como representantes da família Gugu Liberato e de seu espólio, atentos à mídia e indignados com as constantes e descabidas acusações caluniosas e difamatórias envolvendo a imagem do apresentador, abrimos hoje um processo na 8ª Delegacia...   contra o colunista Joaquim de Carvalho e o site Diário do Centro do Mundo, solicitando a retirada imediata de uma nota. O Dr. Carlos Eduardo Farnesi Regina tomou as providências cabíveis adotando as medidas cíveis e criminais, inclusive no âmbito do ministério público e delegacia de crimes virtuais.

O veículo e o jornalista foram formalmente avisados, notificados e, para todos os efeitos legais, a “manutenção ou propagação desta falsa e ilegal notícia, sob sua exclusiva responsabilidade implicará, em tese, na prática de diversos ilícitos, inclusive, mas não se limitando, a vilipêndio a cadáver, calúnia, injúria, difamação, violação de sigilo judicial e eventualmente formação de bando ou quadrilha.”

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